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115 veiculos transportam dengueVeículos abandonados transportavam dengue
DVisa confirmou focos e dona tem até hoje para retirar carros do local. Abandonados há anos, dois veículos de luxo, modelo Mercedes, estavam servindo de criadouro para larvas do mosquito Aedes aegypti, no Conjunto Jardim Espanha, rua Galícia, uma das áreas nobres do Aleixo.

Os focos foram descobertos na tarde da última sexta-feira, 25, por equipes do Departamento de Vigilância Sanitária (DVisa).

A proprietária dos veículos, que não quis se identificar, foi notificada a retirar os carros do local num prazo de dois dias a contar da data da notificação, sob risco de ser multada em até 400 UFMs, o equivalente a R$ 26 mil) por estar contribuindo com a disseminação da dengue na cidade. O prazo para a retirada dos carros se encerra hoje, quando os fiscais prometeram voltar ao local.

A presença dos carros foi denunciada por moradores da própria rua Galícia, assustados com as ocorrências de casos de pessoas doentes com dengue, e pais de alunos do Colégio Laviniense, que fica na mesma rua. Os fiscais abriram os veículos e logo identificaram diversos recipientes repletos de larvas do Aedes aegypti. Na área, existem pelo outras duas escolas particulares de grande porte. No Laviniense, já estão sendo registrados casos de dengue em alunos e professores. A coordenadora geral do estabelecimento, Josélia Trajano, disse que a situação é preocupante.

Ela informou que a escola tem, aproximadamente, 750 alunos, da educação infantil ao ensino médio, e vem tomando providências, como a dedetização das salas, que se tornam ineficientes em função da grande quantidade de terrenos baldios e imóveis com piscinas abandonados na vizinhança.

A escola fica a poucos metros do local onde estavam os dois veículos com criadouros e de frente para uma casa fechada, com uma piscina desativada há anos. Segundo os moradores da área, a piscina deve estar acumulando água de chuva e contribuindo para o surgimento de focos.

“Queremos orientação para instruir os pais de alunos sobre como se portar frente à epidemia, igualmente como ocorreu no final de 2009, quando houve o surto de Gripe A e adotamos as medidas preventivas necessárias, que estão sendo utilizadas até hoje”, afirmou Josélia, citando como exemplo o uso do álcool gel para higienização das mãos.

Os moradores do Edifício Portal da Espanha também se disseram prejudicados pelos focos existentes na vizinhança. Os carros estavam estacionados exatamente ao lado do muro do prédio, que fica na esquina da rua Galícia, com a rua B. “Esses carros estão aí há muito anos e não é à toa que a nossa garagem está repleta de carapanãs”, afirmou uma moradora que preferiu não se identificar.

Rio de Janeiro e Pará Um dos veículos estava com o vidro quebrado e diversas poças de água, acumulada das chuvas, se formaram dentro de peças que se encontravam soltas e no painel. Os carros tinham placas do Rio de Janeiro e do Pará. Os fiscais encontraram mosquitos na forma alada e em larva.

Terreno baldio acumula focos Os fiscais da Vigilância Epidemiológica da Semsa ficaram impressionados com a quantidade de focos encontradas em um terreno baldio situado nas proximidades do local onde estavam os dois veículos. Davi Souza, agente de endemias do DVisa, observou que há descaso em todas as áreas da cidade, independentemente de classe social. “Estamos numa área nobre, mas o problema é igual ao de outras áreas da cidade, fruto do descaso e da falta de consciência das pessoas”, comentou Davi. Segundo ele, o responsável pelos veículos em momento algum pensou que poderia estar prejudicando tantas pessoas.

Ele buscou informações também junto aos moradores tentando identificar os proprietários dos terrenos baldios. “Como não conseguimos encontrar os donos, vamos buscar a identificação deles por meio do cadastro de imóveis da Secretaria Municipal de Economia e Finanças (Semef). Uma vez identificado, ele será notificado a realizar a limpeza e retirada dos focos da sua propriedade”, afirmou Davi.

A proprietária dos veículos, que reside nas proximidades, explicou que os carros pertencem ao ex-marido e fazem parte de um processo de inventário na Justiça. “Não temos espaço na garagem de casa para colocá-los e, por isso, deixamos aqui. Mas eles só se tornaram focos porque foram arrombados“, justificou.

A BIOVET Serviços Ltda é uma empresa carioca, que atua desde 1996, no combate a vetores e pragas, higienização e limpeza de reservatórios d'água e suas respectivas análises bacteriológicas.

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